Cartas ao desconhecido
POSTED ON terça-feira, 31 de janeiro de 2012 AT 23:54 \\

Provavelmente nunca te irei beijar, nunca te irei ter como quero. Os nossos mundos são muros no meio de nós. Pensar em ti, imaginar-me junto a ti é agora um meio de fugir à realidade. Uma realidade de dor, em que estou dentro duma bola, sem puder viver a vida da maneira como gostaria. Sempre me disseram que o amor não era fácil, e nem sempre era cor respondido, esqueceram-se apenas de mencionar que o amor corrompe o coração como o ácido quando usado na pele. O destino assim quis, ele fez-me apaixonar por ti mesmo antes de te conhecer, e agora que te conheço, gosto ainda mais de ti. Gostava de ter um lápis e uma borracha, para desenhar um novo destino para mim, sem ilusões e sofrimento, apenas eu e tu. Às vezes preferia não estar apaixonada por ti, ter de aguentar com tanta dor não é fácil. A ansiedade aumenta quando te aproximas de mim, tremo com o teu toque, fico sem palavras quando falas comigo, e sinto-me a cair quando me olhas nos olhos. Tudo isto é muito bonito enquanto dura, sentir aquele frio no estômago, abstrair-me do mundo por uns minutos, e viver um conto de fadas. Mas tudo termina quando te vias embora, e a saudade aperta. Já não sei o que fazer mais, nem o que sentir por ti.

Apaixonada por um desconhecido (parte 2)
POSTED ON domingo, 29 de janeiro de 2012 AT 22:43 \\

Que tipo de amor é este? Que me faz feliz e confusa ao mesmo tempo? Que me dá nós ao oração e não me deixa respirar? O que me está a acontecer? Se o amor é assim, então não sei se o quero sentir. Doí, doí imenso. Ver-te e não te poder tocar, é algo que me mata. Poderia ficar a noite inteira a olhar-te nos olhos, dar-te a mão, e ver as estrelas e a lua. Sempre que te vejo, algo em mim para, como se fiasse desligado do que está à minha volta. A tua presença abala-me. Fico com vontade de te abraçar, controlo-me, mas faço apenas figura de parva como sempre. Não sei como falar contigo, mas preciso de ouvir um "Olá", vindo de ti, por mais insignifiante que seja.
Amo-te

...
POSTED ON sábado, 14 de janeiro de 2012 AT 22:35 \\

Tentei caminhar sem olhar para trás, tal como disseste. Tentei não pensar nos erros que cometi, e pensar no que realmente sei fazer. Tentei ainda pensar que não existes, ignorar-te, apagar-te da minha memória, mas não resultou. Continuas lá, como uma aranha agarra à sua teia. Como queres que te esqueça se não sais da minha memória? Que culpa tenho eu de continuar presa a uma realidade que não existe?

Lost in 2011
POSTED ON sexta-feira, 6 de janeiro de 2012 AT 16:44 \\

Eu gostava de acreditar que já estamos em 2012, por mais que me esforce não consigo. Continuo presa em 2011, com assuntos pendentes à espera de serem extintos. Já tentei verificar mais de mil vezes o meu livro de instruções, mas nada de concreto encontro. Apenas quero sair de 2011, que até foi bom, deu pra conhecer melhor algumas pessoas.

Olá 2012
POSTED ON domingo, 1 de janeiro de 2012 AT 20:10 \\

Já cá estás, espero um ano cheio de surpresas. Um ano que me faça sentir que valeu a pena. Um ano cheio de amores, e alguns desamores (ou nenhuns). Não deixes que as sombras me assombrem a minha propria alma. Afasta todos os males de mim. Simplesmente sê fantastico.

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